Botei na cabeça que meu santo é forte E se eu botei, ele que se vire pra ficar forte o tanto que eu quiser É que de vez em quando a gente acorda assim... ...cismada.
Vocês já devem ter percebido que à medida que a gente cresce menos a gente corre... falo daquela corrida que a gente dá quando é criança pra ir ver quem tá na porta,pra abraçar a mãe sem medo de cair, porque o que tá na frente vale tanto à pena é tanta vontade...que se houver a tal queda...nem dói. Agora a gente corre menos de verdade...e tenta fazer tudo num dia Não que a corrida tenha diminuido,só mudou...o que aumentou foi o medo. *Ouvindo Feist-The Park
Minha casa...falando isso, me acho dentro de algumas paredes e da bagunça que me confunde... aquela que ainda trago lá de fora. Só na minha casa posso conviver com meus males, me curar jogar minhas alegrias todas na cama e escolher qual delas irei usar no dia seguinte...o dia de luta. Só lá, sei dar nome à quase tudo que me acontece só lá meus problemas são menores do que parecem È lá que eu moro.
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Como anda a vida moça!?